Início   Diocese   Especiais   Multimídia   Agenda   Notícias   Contato  
 
 
 
 

Palavras do Bispo

Palavras do Papa

Chancelaria da Curia

Roteiros Celebrativos

A Igreja Ucraniana
Artigos
Entrevistas
Links
 
| Roteiros Celebrativos

 

18ºDOMINGO DO TEMPO COMUM (01/08/10)

LEITURAS:
I Leitura: Ecl 1, 2; 2, 21-23
Sl: 89(90)
II Leitura: Cl 3, 1-5.9-11
Evangelho: Lc 12, 13-21

COMENTÁRIO HOMILÉTICO:
No evangelho desse domingo Jesus é chamado a ser o juiz da divisão dos bens de uma família e se recusa. Aproveita a ocasião para contar uma pequena história sobre os apegos aos bens materiais, isto é, tudo aquilo que durante nossa vida vamos acumulando com nosso sacrifício e esforço.
A lógica de Jesus é bem fácil de entender: tudo aquilo que conseguimos durante nossa vida deve ser usado para fazer o bem a nós e ao próximo. Fora disso, tudo é apenas ilusão e causa de nossa destruição. Por isso, o evangelho desse domingo é bem propício para nos fazer refletir: para que corremos, lutamos, nos destruímos e somos destruídos para acumular cada vez mais e mais? Em que isso nos faz melhores? Existem tantos que vivem apenas para acumular e acumular, e nem conseguem aproveitar aquilo que adquiriram!
Talvez, a virtude que o evangelho desse domingo nos ensina é a moderação. Não é que não devemos lutar para ter nossas coisas, o que não pode acontecer é o contrário, quer dizer, as coisas nos terem; não podemos nos tornar coisa das coisas. Quantos de nós vivemos com muito mais do que o necessário para ser feliz?
A verdadeira riqueza não é feita de metal, madeira ou qualquer coisa parecida. A verdadeira riqueza é a amizade com Deus, o amor de Deus, o amor ao próximo e o cuidado com aquilo que ele nos confiou, a saber, o mundo como nossa casa, que nós, em nome de um progresso sem medidas, estamos destruindo. Além disso, nossas famílias, que muitas vezes abandonamos, mas que é nossa responsabilidade. O cuidado com essas coisas é que nos faz ricos. Com esse evangelho lembramos de São Francisco que até as roupas luxuosas de seu pai abandonou, quando descobriu quanto pobre era, mesmo possuindo inúmeros bens e correu, por toda sua vida, em busca da verdadeira riqueza: Jesus Cristo e seu reino!

SUGESTÕES LITÚRGICAS:

A cor litúrgica para esta celebração é a verde.
Preparar um mural ou cartaz com uma das seguintes frases: “A vossa vida está escondida em Cristo” ou “Buscai os bens que não acabam” ou “Uma riqueza que não se perde”.
Na procissão de entrada devem entrar a cruz, as velas, e lecionário ou o evangeliário.
Lembrar ao povo que no dia 04 de Agosto, celebramos a memória de São João Maria Vianney,(o santo Cura d'Ars), padroeiro dos padres.
Lembrar também que no dia 06 de Agosto celebramos a Festa da Transfiguração do Senhor, celebração que torna clara a dimensão pascal e escatológica da liturgia e de toda a vida cristã.

CANTOS APROPRIADOS:
Entrada: “Javé, o Deus dos pobres” ou  “Senhor se Tu me chamas” ou “Por amor e vocação” ou “ Um dia escutei teu chamado”.
Aclamação: “Aleluia! O homem não vive somente de pão” ou “Buscai primeiro o Reino de Deus” ou “Benditos os pés que evangelizam”.
Ofertas: “O pão amassado” ou “Muitos grãos de trigo” ou “Queremos oferecer”.
Comunhão: “Na comunhão, Jesus se dá no Pão” ou “Vejam, eu andei pelas vilas” ou “Eis que sou o Pão da vida” ou “Cantar a beleza da vida”.
Despedida: “Quero ouvir teu apelo, Senhor” ou “Senhor, eu quero te agradecer” ou “O Senhor me chamou a trabalhar”.

 

 

 

19ºDOMINGO DO TEMPO COMUM (08/08/10)

LEITURAS:
I Leitura: Sb 18, 6-9
Sl: 32(33)
II Leitura: Hb 11, 1-2.8-19
Evangelho: Lc 12, 32-48

COMENTÁRIO HOMILÉTICO:

No evangelho desse domingo Jesus conta uma parábola, isto é, uma pequena história, para mostrar a necessidade de se estar sempre preparado, pronto, para a chegada do Reino de Deus, de sua presença, de sua pessoa, pois Deus é o Deus que vem morar com seu povo. Essa é uma temática muito antiga na literatura israelita e depois é assumida pela fé cristã. Com efeito, a fé bíblica é toda espera, prontidão. Desde o Antigo Testamento até hoje esse é o distintivo de quem acredita: somos o povo que espera em Deus e em sua palavra que não falha.
A vigilância é central nesse evangelho: o vigia não pode dormir, nem cochilar, pois se faz isso vem o ladrão e o encontra desprevenido e desarmado. A mesma atitude é pedida ao cristão. Esse não pode ser desprevenido, despreparado, passivo; deve estar pronto para responder com presteza ao chamado do seu Senhor. A fé é espera daquilo que ainda não temos, mas sabemos que virá e precisamos estar prontos para receber.
A espera também supõe mudança. Se algo em nossa vida não está de acordo com o Senhor devemos lutar para mudar, para consertar, para arrumar. Semelhante ao que fazemos com uma casa, quando sabemos que alguém vem para habitá-la. Tratamos de colocar tudo em ordem para que nossos hospedes se sinta confortáveis, também na nossa vida. O Senhor deseja habita nossa vida e precisamos consertar o que não está de acordo com tão grande hóspede.
A espera que supõe mudanças se dá em muitos níveis da nossa vida: pessoal, familiar, comunitária, municipal, estadual, federal. Estamos nos aproximando mais uma vez de uma chance de mudanças em nossas vidas, em nosso país. É tempo de, partindo daquilo que professamos como nossa fé, analisar com muito cuidado as diversas propostas que nos são apresentadas e somente escolher aquela que trará o bem para nosso país. Quem professa a fé no nome de Jesus Cristo tem o dever de fazer com que a sua verdade de amor e justiça guie as suas ações. Quer dizer, as atitudes que tomamos devem coincidir com nosso discurso.  Essa verdade também serve para nossos representantes. Se percebermos que não estão agindo dessa maneira temos o dever cristão de exigir mudanças. 

SUGESTÕES LITÚRGICAS:

A cor litúrgica para esta celebração é a verde.
Preparar um cartaz ou mural com uma destas frases: “Somos administradores de muitos dons” ou “Quem espera se prepara” ou “Minha Família, meu tesouro” ou “Família Formadora de Valores Humanos Cristãos”.
Na procissão de entrada devem entrar a cruz, as velas, e lecionário ou o evangeliário.
Na oração dos fiéis, fazer uma prece especial pelos pais e pelas famílias.
Na procissão das ofertas, uma família poderia levar o Pão e o Vinho até o altar.
Como neste Domingo se comemora o dia dos Pais, seria muito oportuno preparar e fazer uma singela e bonita homenagem a eles.
Lembrar que com esta celebração, inicia-se a Semana Nacional da Família, que tem como tema: “Família Formadora de Valores Humanos e Cristãos”. Seria bom fazer um momento de reflexão sobre a família e a abertura da Semana Nacional da Família.

CANTOS APROPRIADOS:

Entrada: “O Senhor é minha luz” ou “Javé, o Deus dos pobres” ou “Eis-me aqui Senhor” ou “Por amor e vocação”.
Aclamação: “Benditos os pés que evangelizam” ou “O Evangelho da vida” ou “Palavra de Salvação”.
Ofertas: “Queremos oferecer” ou “Muitos grãos de trigo” ou “Com o pão e com o vinho”.
Comunhão: “Vejam eu andei pelas vilas” ou “Eis que sou o Pão da vida” ou “Feliz o homem que ama o Senhor”.
Despedida: “Quero ouvir teu apelo, Senhor” ou “Senhor, eu quero te agradecer” ou “Oração pela Família”.

 

 

SOLENIDADE DA ASSUNÇÃO DE NOSSA SENHORA (15/08/10)

LEITURAS:
I Leitura: Ap 11,19a;12,1.3-6a.10ab
Sl: 44(45)
II Leitura: 1Cor 15,20-27a
Evangelho: Lc 1,39-56

COMENTÁRIO HOMILÉTICO:

A Igreja nesse dia especial celebra a festa da Assunção de Maria Santíssima ao céu. A Virgem Imaculada, preservada de todo pecado, chegado ao fim dos seus dias terrestres foi elevada por Deus à glória celeste em corpo e alma, e foi pelo Senhor dos senhores proclamada Rainha do universo, a fim de que fosse mais plenamente conformada ao seu Filho, vencedor do pecado e da morte.
Maria assunta ao céu antecipa de certa forma o destino de toda a Igreja de Jesus Cristo e nos dá a esperança de que, nós que somos a Igreja caminhante, também nosso destino é a glória celeste, onde reinaremos ao lado de Cristo por todos os séculos dos séculos. A festa de hoje nos lembra que Maria não foi apenas a mãe do Redentor, mas também sua mais zelosa cooperadora. Ela estava de tal modo unida ao seu Filho na luta e na vitória contra o mal e a morte que também ela não poderia permanecer entregue ao poder do mal e da própria morte. Era preciso que também Maria triunfasse sobre os poderes destrutivos do pecado. Assim o Filho amado leva para junto de si sua mãe e a retira da corrupção à qual todos nós que somos pecadores estamos sujeitos. Não poderia conhecer a corrupção da morte aquela que não conheceu a corrupção do pecado. Por isso, a Igreja, hoje, pode celebrar, com imensa alegria, a festa da sua protetora, defensora, que reina ao lado de Jesus Cristo e intercede continuamente por toda a humanidade.
 O interessante da liturgia de hoje é que celebramos a Assunção de Maria, uma festa grandiosa e escutamos no Evangelho Maria se declarar a serva do Senhor, a pequenina do Senhor, a humilde do Senhor. É nisso que reside a grandeza de Maria, na sua humildade, na sua entrega, no seu sim despretensioso que vence todas as barreiras, obstáculos, que pudessem se apresentar. Maria é grande porque se fez pequena. Percebemos assim que Deus rejeita os grandes: estes já estão cheios demais de si, não têm mais espaço para Ele. No entanto, Ele acolhe, exalta, engrandece os pequenos, os que lhe abrem os braços, que O acolhem.

A festa de hoje, a festa da Assunção de Maria, ensina à Igreja justamente essa lição: quem quer ser grande seja o menor, o último, o servo, aquele que se põe a serviço dos outros, vai em busca dos que necessitam e os ajudam nas suas carências. Que ao celebrarmos essa festa tão bonita, que já nos alegra, pois nessa festa toda a humanidade é engrandecida na sua mais excelsa representante, nós também possamos aprender essa lição tão singela: Deus se esconde nos pequenos, nos simples, nos “pobres de coração”!

SUGESTÕES LITÚRGICAS:

A cor litúrgica para esta celebração é a branca.
Preparar um mural com uma figura de Nossa Senhora e uma das frases: “Maria é elevada aos céus, alegrem-se os coros dos anjos” ou “O meu espírito se alegra em Deus meu salvador” ou “Maria nos conduz à Eucaristia” ou “Maria, modelo de escuta e acolhida da Palavra” ou “O Senhor fez em mim maravilhas”.
Na procissão de entrada, levar a cruz, duas velas, o lecionário ou o evangeliário e, se possível, a imagem de Nossa Senhora da Assunção.
Na oração dos fiéis, lembrar das famílias e das (os) religiosas (os) que trabalham ou já trabalharam na comunidade, dando testemunho de serviço ao Reino, pela vida consagrada.
Lembrar ainda que, se não foi feito no Sábado à noite, deve ser feito nesta celebração, o encerramento da Semana Nacional da Família, com um momento de reflexão sobre a Família e encerramento da Semana Nacional da Família.

CANTOS APROPRIADOS:

Entrada: “Quem é esta mulher” ou “Maria da Assunção” ou “Subiu aos céus gloriosa” ou “De alegria vibrei no Senhor”.
Aclamação: “Aleluia! Alguém do povo” ou “O Evangelho da vida”.
Ofertas: “Sobe a Jerusalém, Virgem oferente” ou “Ofertar nossa vida queremos”.
Comunhão: “Quando teu Pai revelou o segredo a Maria” ou “Entre muitos presentes que nos deu”.
Despedida: “Maria mãe dos caminhantes” ou “Pelas estradas da vida”.

 

 

21ºDOMINGO DO TEMPO COMUM (22/08/10)

LEITURAS:
I Leitura: Is 66, 18-21
Sl: 116(117)
II Leitura: Hb 12, 5-7.11-13
Evangelho: Lc 13, 22-30

COMENTÁRIO HOMILÉTICO:

No evangelho desse domingo alguém se interessa pela salvação e por quem se salva. “São poucos os que se salvam?”. Uma pergunta bem interessante. Certa vez, escutei de alguém que apenas um certo número de pessoas se salvam e que o resto se perderia, estariam fora da salvação. De imediato me coloquei contra uma idéia tão absurda, tão fora de propósito. Pois que espécie de Deus seria esse que marca alguns para a salvação e outros para a perdição? Descobri, então, que o problema não está com Deus, isto é, que ele manda alguém para a perdição, para o inferno. O problema está com o ser humano e com o uso de sua liberdade. Deus quer que todos os seres humanos se salvem. Mas para que isso aconteça uma decisão deve ser tomada por cada um de nós, cotidianamente. Essa decisão compromete toda a nossa existência, não apenas parte ou pedaços de nosso ser.
É justamente nesse sentido que Jesus fala. A palavra chave desse evangelho é então a autenticidade. Aquilo que somos na Igreja, devemos ser fora da Igreja e em tudo que fazemos. Deus quer salvar a todos, mas é preciso ser verdadeiro com Deus e com aquilo que diz respeito às coisas de Deus. O nosso comportamento não deve ser fingido, quer dizer, de aparências. Na frente das pessoas somos um, em casa outro, no trabalho, etc. Esse modo de agir de muitos cristãos muitas vezes tira a credibilidade de nossas palavras. Jesus então vem nos alertar sobre os perigos de uma vida de fingimentos e de mentiras.
Deus quer que sejamos verdadeiros com ele: que o nosso compromisso de batizados seja mantido, que o nosso amor à verdade e a justiça seja para sempre. Se falta a verdade na nossa vida falta tudo. Deus é o Deus da verdade. A autenticidade faz com que vivamos melhor nossa vida, na Igreja, na família, em tudo que fazemos, pois temos paz, temos Deus no coração.  

SUGESTÕES LITÚRGICAS:

A cor litúrgica para esta celebração é a verde.
Poderia ser preparado um mural ou cartaz com uma das seguintes frases: “Esforçai-vos! A porta é estreita” ou “Reino de Deus, portas abertas” ou “Reino: não para poucos, mas para todos”.
Na procissão de entrada devem entrar a cruz, as velas, e lecionário ou o evangeliário.
Este quarto Domingo de Agosto, mês vocacional, é dedicado à vocação aos ministérios e serviços na comunidade (vocações leiga), entre eles o ministério de catequista.
Poderia entrar junto com a procissão de entrada um grupo de catequistas trazendo o lecionário com velas acesas e algum símbolo da missão do catequista.
Outra sugestão, é que a Liturgia da Palavra fique a cargo dos catequistas, valorizando assim, a sua presença e participação na celebração litúrgica.
No momento da oração dos fiéis que se faça uma prece especial pelos catequistas da comunidade.
Também seria bem oportuno fazer uma homenagem aos catequistas da comunidade. A sugestão é cada equipe litúrgica ou comunidade use a sua criatividade e que realize esta homenagem nos ritos finais da celebração.
  
CANTOS APROPRIADOS:

Entrada: “Alegres vamos à casa do Pai” ou “Eis-me aqui Senhor” ou “Por amor e vocação”.
Aclamação: “Palavras de Salvação” ou “O Evangelho da vida”.
Ofertas: “A fé é compromisso” ou “Muitos grãos de trigo” ou “Os grãos que formam a espiga” ou “Os dons que trago aqui”.
Comunhão: “Na comunhão, Jesus se dá no Pão” ou “Vejam, eu andei pelas vilas” ou “Eis que sou o Pão da vida”.
Despedida: “Catequista por Deus escolhida” ou “Vou cantar teu amor” ou “Quero ouvir teu apelo, Senhor” ou “Senhor, eu quero te agradecer” ou “Todo dia eu encontro muita gente”.

 

 

22ºDOMINGO DO TEMPO COMUM (29/08/10)

LEITURAS:
I Leitura: Eclo 3, 19-21.30-31
Sl: 67(68)
II Leitura: Hb 12,18-19.22-24a
Evangelho: Lc 14, 1.7-14

COMENTÁRIO HOMILÉTICO:

Jesus sempre se aproveita das oportunidades para lançar algum ensinamento para seus ouvintes com a intenção de acordá-los para a salvação. No evangelho desse domingo ele é convidado para uma janta na casa de um fariseu e nessa ocasião nos deixa dois ensinamentos bem práticos.
Uma primeira coisa é que a atitude do discípulo de Cristo é atitude de humildade. Essa virtude, segundo santa Teresa d'Ávila, é a verdade. Isto é, saber reconhecer quem somos verdadeiramente. Tudo que somos ou recebemos é de Deus que recebemos. Se somos agraciados por Deus com algum dom ou carisma devemos ter a humildade de pô-lo à disposição da comunidade e não fazer disso uma ocasião de presunção, de vanglória. Jesus neste momento toca nos fariseus que adoravam ser engrandecidos por seus pretensos dons especiais. O cristão deve ser aquele que é consciente de que, se algo possui, é a Deus que deve e tem a humildade de agradecer.
Um segundo ensinamento está no final do evangelho. Trata-se da generosidade. A capacidade de fazer o bem não buscando interesses; a capacidade de reconhecer que o irmão necessita de ajuda, e não tem possibilidade nenhuma de pagar essa ajuda e mesmo assim se ajuda, não buscando nada além da satisfação de poder ser útil. Seria mais ou menos o contrário da atitude daqueles que, a cada quatro anos voltam à favela, aos morros, aos lugares mais impensados e se tornam amigos de todos, de quem nunca viu, e vêm fazer “bem-feitorias” para aqueles pobres que sofrem. Depois somem por mais quatro anos. Esses já receberam sua recompensa aqui, diz Jesus, e esperamos que seja a recompensa merecida! Não, a generosidade se nega a receber de volta qualquer tipo de retribuição. Trata-se de um coração puro, desinteressado, que ama a Deus e vê o seu rosto nos que necessitam.
Essas duas virtudes, humildade e generosidade, que encontramos no evangelho de hoje são companheiras e fazem sua morada num coração temente a Deus e aberto aos seus irmãos. Pecamos ao Senhor que faça o nosso coração assim! 

SUGESTÕES LITÚRGICAS:

A cor litúrgica para esta celebração é a verde.
Preparar um mural ou cartaz com uma das frases: “O Senhor exalta os humildes” ou “O melhor lugar na festa de Deus” ou “Na comunidade há lugar para todos'.
Trazer na procissão de entrada a cruz, as velas, o lecionário, de onde devem sempre ser proclamadas as leituras, o salmo responsorial e também o evangelho (se a comunidade não possuir o evangeliário).
Motivar a comunidade para o início do mês da Bíblia, dia 1º de setembro. Nesta motivação, incentivar um maior contato, conhecimento e prática da Palavra de Deus.

CANTOS APROPRIADOS:

Entrada: “Javé, o Deus dos pobres”ou “Eis-me aqui Senhor” ou “Por amor e vocação”.
Aclamação: “Aleluia! Como o Pai me amou” ou “Palavras de Salvação” ou “É como a chuva que lava”.
Ofertas: “A fé é compromisso” ou “A mesa santa que preparamos” ou “De mãos estendidas” ou “Queremos oferecer”.
Comunhão: “É bom estarmos juntos” ou “Na Mesa Sagrada” ou “Bem-vindos a mesa do Pai” ou “Cantar a beleza da vida”.
Despedida: “Vou cantar teu amor” ou “Quero ouvir teu apelo, Senhor” ou “Senhor, eu quero te agradecer”.

 

 

 

Pe. Joviano José Salvatti
Pároco da Paróquia Nossa Senhora Aparecida E Czestochowa
Assessor Diocesano de Liturgia

Luiz Eduardo Arcangelo de Oliveira
4º ano de Teologia


 
 

Acesse seu Webmail

| Multimídia
áudio
vídeo
foto


oraçao
 
 
   

Mitra da Diocese de União da Vitória
Rua Manoel Estevão, 275 . União da Vitória - PR . Telefone/Fax: (42) 3522 3595
mitra@dioceseunivitoria.org.br . estrela@dioceseunivitoria.org.br